Não é por menos, porque as canções de Délio e Delinha estão entre as mais belas cantadas, entre chamamés, polcas e guarânias. Eles são a expressão do que é a nossa música, rica em misturas, mostrando que fronteiras existem por existir, pois para a música não há fronteiras.
Eu mesma digo que quando envelhecer, serei como ela. Sorridente, cheia de alegria, cantando e festejando com os amigos essa arte, que é viver intensamente!
Encontrei-me com a minha ídola sexta-feira à noite, num restaurante chamado Lingüiça de Maracaju. Muito aconchegante, com comida excelente, o que mais chama atenção é a música, da terra.
Estava presente o pessoal que encabeçou a realização do show de JOÃO BOSCO E VINÍCIUS, que aconteceu ontem, aqui em Campo Grande, no Parque de Exposições. Até sexta-feira, haviam sido vendidos 12.000 ingressos, sinal de que a moagem com certeza ia bombar!
Beijo para todos que estava no Lingüiça de Maracaju, curtindo um pouco dessa nossa vida louca: Teófilo Teló, Eduardo Maluf, Euler Coelho, Marco Aurélio, Mandu, Eva Mariza, Melina e Pâmela Herrera, Mandu, Andrezinho e Janaína Rondon.
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